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SaaS, PaaS, IaaS, XaaS, DaaS: entenda de uma vez por todas as diferenciações

Leonardo Costa

Você provavelmente já ouviu falar sobre o protagonismo da computação em nuvem e de soluções como SaaS, Paas e IaaS sendo cada vez mais adotadas nos mais diversos segmentos. Com a cloud hoje, as companhias dispõem de uma grande variedade de recursos computacionais como serviços para cooperar com o gerenciamento de custos e assegurar a flexibilidade necessária para a transformação digital.

Quando falamos em cloud computing, muitos termos surgem, contudo, eles precisam de esclarecimento e diferenciação. Assim, para dominar o assunto e implantar corretamente na empresa, é importante aprender mais sobre isso.

Se quiser saber mais e garantir uma solução que vai impulsionar a eficiência e os resultados em seu negócio, não deixe de acompanhar os tópicos a seguir.

Revolução da Cloud Computing

Cloud não é mais um simples termo para descrever uma tecnologia específica atualmente. É uma metodologia que inclui um leque de inovações e até mesmo mudanças profundas na economia. Por meio de sua revolução, vemos empresas mudarem seus modelos de negócio, e outras surgirem com um novo direcionamento e uma forma totalmente diferente de lidar com os clientes.

Afinal, o armazenamento em nuvem se tornou comum em organizações e no uso dos clientes comuns. Até mesmo uma calculadora cloud já é oferecida com o intuito de permitir um controle financeiro do setor de TI. Infraestrutura, redes, bancos de dados e desktop se tornaram recursos negociáveis. Em suma, essa metodologia está em todo lugar.

Entretanto, para compreender melhor essa revolução, precisamos nos voltar aos seus fundamentos. Evidentemente, um dos pontos é a internet, pois não existiria avanço na computação em nuvem sem ela. Depois que a grande rede se tornou popular e robusta o suficiente para ser adotada em todos os âmbitos de mercado, houve sentido em oferecer serviços que funcionassem online.

As técnicas de virtualização também constituem outro ponto. Elas precedem o surgimento da nuvem, mas são a base do seu funcionamento atualmente. Com a ideia de garantir múltiplas instâncias virtuais com base em uma quantidade limitada de hardwares físicos, é possível obter a flexibilidade e redução de custos necessárias para o mercado atual.

O modelo de venda de pacotes de recursos de computação depende fortemente da ideia de virtualizar esses componentes. O avanço da virtualização, portanto, permitiu que a cloud expandisse ainda mais e conquistasse mais adeptos.

Contudo, a revolução da nuvem também está associada a outros conceitos essenciais que representam formas como o paradigma está sendo usado e implicações em outras inovações. Desenvolverei esses termos a seguir.

Novas demandas: serverless, DevOps, agile

Por outro lado, a cloud desempenha um papel importantíssimo em estratégias novas, como arquitetura Serverless, DevOps e metodologias ágeis.

A nuvem é essencial para a ideia de desenvolver “sem servidor”, com um sistema virtualizado que dimensiona automaticamente os recursos necessários. Da mesma forma, a interação contínua entre os times de desenvolvimento e operações só é possível com uma infraestrutura ágil e com o apoio da cloud.

Por sua vez, as metodologias ágeis de produção, com seus pilares, como comunicação, entrega contínua e testes contínuos, também dependem bastante da cloud computing.

Na nuvem, as empresas garantem a flexibilidade que precisam para ciclos interativos e incrementais de trabalho, lidando com controles de versão e outras ferramentas úteis. Afinal, isso requer uma infraestrutura dinâmica e escalável, com um modelo de pagamento que se adapte às necessidades também, justamente o que a nuvem oferece.

Essa base arquitetural flexível também favorece a adoção de outras tecnologias poderosas, como a dos microsserviços, containers, entre outras. Essas expressões representam a modernidade em desenvolvimento de aplicações ao dividir partes em componentes independentes, de modo a fortalecer a segurança e o encapsulamento.

Multicloud e modelos híbridos

Dentro da revolução, temos os surgimentos de novas formas de serviços da nuvem. As empresas não estão conseguindo personalizar totalmente alguns modelos de cloud, por isso, adotam uma estratégia multicloud. Ou seja, é uma combinação de diversos fornecedores, mesmo que com o mesmo tipo de nuvem. Nesse sentido, as possibilidades aumentam ainda mais e a nuvem se torna ainda mais benéfica.

Com a cloud pública, em que a corporação contrata servidores localizados em Data Centers públicos compartilhando espaço com outras companhias, havia o risco de insegurança e falta de sigilo das informações. Então, a solução é utilizar uma nuvem privada, com dados transferidos para locais isolados para cada contratante. Contudo, surge outro problema: o preço.

Diante disso, a modelo híbrido se destaca, pois combina um tipo público e um privado, permitindo que a empresa escolha como alocar seus sistemas e dados e consiga maior flexibilidade.

Internet das coisas, inteligência artificial e Big Data

Se falo em nuvem e da explosão do uso, não posso deixar de pontuar a relação com a internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e Big Data. A IoT promove a conexão entre objetos por meio da internet a fim de facilitar o monitoramento de pessoas, ativos, carros, entre outras coisas. Nesse sentido, a tecnologia gera dados o tempo todo e precisa de uma infraestrutura flexível.

Algoritmos de inteligência artificial também necessitam de quantidades imensas de amostras de dados para encontrar correlações e realizar predições, de modo a aprender sobre o cenário estudado e evoluir. Então, é sempre necessário dispor de uma base de armazenamento enorme e segura.

Esses conceitos são amarrados pela ideia de Big Data, que se refere à revolução na produção de dados como nunca foi feito na história da humanidade: temos dados sendo gerados em diversos formatos diferentes, sem estrutura ou associação entre eles, em alta velocidade, basicamente o tempo todo, em fontes como a internet e sistemas internos.

Diante dos desafios impostos por essas tecnologias, a cloud surge como uma solução. Sua evolução permite, então, o crescimento dessas inovações.

Transformação digital

Vale mencionar também as mudanças da economia, derivadas do fenômeno de transformação digital. Evidentemente, esse momento está fincado no poder da nuvem e nas possibilidades que ela criou. Várias empresas atualmente já nascem digitais, oferecendo serviços e modelos de negócio que apontarei mais adiante neste artigo — SaaS, XaaS, DaaS, PaaS, IaaS.

Os últimos tópicos apresentaram as inovações que foram impulsionadas e continuarão crescendo por conta da computação em nuvem. Em seguida, conheceremos mais sobre os benefícios da cloud, que justificam seu sucesso, e os serviços que fazem parte do conceito.

Benefícios da Cloud Computing

Nos subtópicos abaixo, analisarei em detalhes as vantagens da cloud computing.

Flexibilidade e escalabilidade

Como já mencionei, uma das características requeridas pelo mercado atualmente é a flexibilidade. Não há espaço para dimensionamento rígido de recursos computacionais, nem mesmo componentes obsoletos. É preciso continuar dinâmico, acompanhando as mudanças e inovações, bem como investindo em novos paradigmas.

A cloud oferece isso com seus serviços. As empresas conseguem adquirir o que precisam rapidamente, assim como aumentar ou diminuir os componentes com apenas algumas ações rápidas. Afinal, esses componentes são vendidos em pacotes, então, caso haja necessidade de mais processamento, servidores ou espaço em disco, a companhia só precisa adquirir um pacote maior.

As mudanças ocorrem de forma rápida, seguindo o que chamamos de elasticidade. Assim, é possível realizar provisionamentos automáticos e garantir crescimento instantâneo da infraestrutura ou dos sistemas, de acordo com a demanda.

Redução de custos

A computação em nuvem ajuda as empresas ao dispensar a necessidade de implantar e manter uma infraestrutura inteira on-premises. Desse modo, é possível economizar com a TI e salvar os recursos para investimentos em outros fatores.

Portanto, são eliminadas as despesas com licenças de software, manutenção de Data Centers, upgrade dos sistemas, bem como estrutura física e energia para assegurar que os computadores fiquem o tempo todo conectados.

Outro ponto que representa redução de custos é o modelo de pagamento da cloud: nela, o usuário paga pelo uso, sempre de forma eficiente, exatamente pela quantidade que consome. Isso ajuda a prevenir desperdícios e viabiliza um controle mais estrito das finanças.

Segurança

Outro aspecto positivo é a segurança. Os sistemas cloud agregam abordagens de monitoramento, criptografia, backups constantes, bem como redundância para garantir combate à indisponibilidade. Dessa forma, é viável proteger melhor os dados dos clientes e dos colaboradores, o que previne paradas e gargalos operacionais.

Além disso, vale destacar as estratégias de disaster recovery, que são políticas para recuperar as atividades em casos de incidentes. Assim, a empresa se mantém flexível e dinâmica, mesmo em situações de crise, sendo capaz de contornar os problemas, reduzir os impactos e retomar as atividades.

Mobilidade

Companhias que utilizam nuvem adquirem o poder de acessar informações e administrar sistemas em qualquer dispositivo, a partir da internet. Ou seja, é possível conseguir mobilidade e derrubar as barreiras de tempo e espaço, a fim de executar operações e tomar decisões a todo tempo. O monitoramento se torna ainda mais robusto também, com mais clareza e transparência.

Disponibilidade

Aliada a isso está a disponibilidade dos dados. A cloud possibilita um acesso ininterrupto às informações e sistemas, já que conta com os recursos de redundância que já mencionei.

Caso um servidor apresente falhas que impeçam o seu funcionamento normal, outro já é alocado para substituí-lo, garantindo que o link entre a empresa e suas informações não sejam perdidos. Esse fator é essencial em tempos de leis de proteção de dados, em que é preciso ter controle dos dados para executar funções rapidamente se os titulares solicitarem.

Rapidez para começar

Outra característica que pesa a favor da nuvem é a facilidade para começar com uma solução dessas. Digamos que uma companhia precise de uma infraestrutura de TI para executar seus processos de maneira rápida.

Ora, a velocidade será logo um desafio, visto que será preciso contratar colaboradores, adquirir hardware, software, componentes de rede, bem como preparar a estrutura para os servidores e equipamentos.

Com a cloud, no entanto, as atividades podem começar rapidamente, depois da instalação e compra dos pacotes necessários apenas. É tudo muito mais prático e de acordo com as necessidades modernas das companhias.

Compartilhamento

Dispondo de sistemas cloud, as empresas também conquistam o poder de compartilhar dados com mais facilidade. Afinal, as informações e os softwares não estão fixos em uma máquina ou servidor, por essa razão, eles podem ser acessados por diversas pessoas em diferentes dispositivos, momentos e locais. Isso viabiliza o trabalho remoto, por exemplo, bem como uma comunicação mais eficiente entre as equipes internas.

Serviços da nuvem

Vamos agora entender melhor como funcionam os modelos mais comuns de serviços na nuvem. Basicamente, eles sempre se referem a um conjunto de recursos computacionais vendidos em um pacote. Em cada um deles, uma parte é abstraída do usuário e gerenciada pelo fornecedor, mas o utilizador também tem suas responsabilidades.

Além disso, os termos que irei explorar também são nomes para modelos de negócio. Ou seja, atualmente, as empresas nascem digitais ou se tornam digitais e passam a vender pacotes nas formas de SaaS, PaaS, IaaS, entre outros.

SaaS

O mais comum é o SaaS, ou software como um serviço. Como o termo sugere, é uma aplicação oferecida de uma maneira acessível via internet e consumida por um determinado preço, que varia conforme o uso. Geralmente, os pagamentos são mensais, a depender do pacote escolhido.

O SaaS é o modelo mais simples de todos, pois abstrai praticamente tudo para o usuário e permite que ele apenas use as funcionalidades de um sistema de modo a cumprir um objetivo muito específico. A facilidade é que dispensa instalação, ambiente para execução, manutenção e upgrades. Da parte do contratante, envolve apenas um cadastro para usar.

Ou seja, em uma estratégia do tipo, a empresa que contrata não precisa se preocupar com banco de dados, sistemas operacionais, segurança, servidores, nem mesmo com questões que envolvem o Data Center físico. Em caso de instabilidade ou algum problema que afete qualquer um desses fatores, a responsabilidade está sobre o provedor.

Exemplos desses sistemas são alguns CRMs e ERPs comuns do mercado, sistemas de gestão de recursos humanos, aplicações de Business Intelligence, serviços de armazenamento e de gerenciamento de e-mails. Geralmente, essas soluções são altamente personalizáveis.

PaaS

As plataformas como um serviço (PaaS) oferecem um ambiente de desenvolvimento para que o contratante se preocupe em criar suas próprias aplicações. Ou seja, apresentam a infraestrutura, os servidores, ferramentas, bibliotecas e bancos de dados para que as empresas apenas foquem em seus próprios sistemas — os dados e apps são a única responsabilidade do usuário.

É uma estratégia que apoia o desenvolvimento ágil de software, permitindo que aplicações sejam criadas de forma simples, com a abstração de SO, middleware, Data Centers e outros recursos. Por isso, é comumente adotada por startups iniciantes que não têm muito dinheiro ou pessoal e desejam administrar e modernizar suas criações.

Principalmente, porque contar com uma plataforma de desenvolvimento na cloud é crucial para o trabalho remoto — uma estratégia muito comum em organizações que ainda estão começando.

IaaS

O modelo de infraestrutura como um serviço (IaaS) abstrai os servidores, componentes de armazenamento, o espaço físico e a rede. Contudo, os sistemas operacionais, o banco de dados e os apps são responsabilidade das contratantes. Ou seja, o usuário cuida do middleware e da execução, enquanto as partes mais pesadas referentes aos servidores, processamento e memória ficam por conta do provedor.

Assim, as empresas podem desenvolver seus próprios aplicativos e as próprias plataformas. Evidentemente, requer um pouco mais de arcabouço técnico e de pessoal especializado.

Nesse tipo de serviço, os fornecedores oferecem questões como balanceamento de carga e segurança, a fim de permitir algumas funções como: computação de alto desempenho, análise de Big Data, inteligência artificial e outras necessidades que envolvem uma computação mais robusta.

A grande vantagem é dispor de tudo de forma flexível, escalável, sem contratos e com preços competitivos.

DaaS

O Desktop como um serviço (DaaS) é uma máquina virtual oferecida na cloud. Esse modelo é essencialmente baseado na ideia de virtualização que apresentei no primeiro tópico: instâncias virtuais criadas a partir de um único hardware. Assim, a empresa contratante dispõe de imagens desktop para uso livre e para criação e administração de seus dados e apps.

Ou seja, o fornecedor cuida da infraestrutura, da rede, da segurança e atualizações. Por isso, é uma opção interessante para quem busca mobilidade e facilidade de gerenciamento sem ter que arcar com custos a fim de manter máquinas sempre atualizadas.

Ademais, também é ideal para o trabalho remoto, pois os colaboradores têm acesso ao desktop online, e para abordagens como o BYOD (bring your own device, ou traga o próprio dispositivo), em que os funcionários trazem os próprios equipamentos para a instalação da empresa.

XaaS

Para catalogar todas essas siglas que defini e muitas outras que continuam surgindo, existe um termo genérico que capta a essência do que é a computação sob demanda: o XaaS. Basicamente, representa “tudo como um serviço”, ou seja, um modelo que oferece qualquer função ou recurso para uso e pagamento de acordo com a necessidade, de forma escalável, com recursos reforçados de segurança.

Dessa forma, empresas podem dar o primeiro passo no mercado sem grandes investimentos. Isso também está relacionado com o aumento da terceirização de ferramentas/funcionalidades de TI e as parcerias que as companhias fazem entre si para benefício mútuo.

Sob a alcunha do XaaS estão serviços diversos: desde e-mail e ERPs até redes e banco de dados. Da mesma forma, inclui o CaaS (comunicação como um serviço), MaaS (monitoramento como um serviço), DRaaS (recuperação de desastres como um serviço) e NaaS (redes como um serviço).

Diferenças entre cada modelo

Como já apresentei, existem diversos modelos de serviços oferecidos pela cloud e eles são benéficos para as companhias, pois ajudam na segurança, escalabilidade e economia de custos, além de permitir o compartilhamento de dados, trabalho remoto e agilidade para começar uma organização do zero. Contudo, para saber exatamente qual é o ideal para a sua empresa, é preciso conhecer as suas diferenças.

O SaaS é o que mais abstrai aspectos estruturais, por isso, como já falado, é o mais simples. A principal diferença é o tipo de usuário a quem o serviço é destinado: usuários comuns ou corporações que desejam utilizar recursos rápidos sem se preocupar muito com questões avançadas. No geral, é o ideal para quem tem pouco conhecimento técnico.

O PaaS é um pouco mais expansivo e especializado e destina-se principalmente a desenvolvedores. Afinal, se o SaaS é focado no uso de funcionalidades prontas, o PaaS é a base para o desenvolvimento das próprias soluções. O IaaS, por sua vez, é voltado para gerenciadores de infraestrutura e administradores de TI. Requer muito mais arcabouço teórico, já que traz uma abstração menor de questões técnicas.

Já o DaaS é semelhante ao SaaS, com a diferença de que inclui também os sistemas operacionais e a virtualização da máquina inteira. Por isso, assim como o software como um serviço, é indicado para tarefas mais gerais, usuais e rotineiras.

PaaS e IaaS são cruciais para atividades mais específicas, em que as empresas precisam dimensionar muito bem a quantidade de componentes necessária. Nesse sentido, é preciso conhecimento especializado até mesmo para escolher as opções mais vantajosas e ideais, pois as descrições se traduzem em termos específicos e complexos também.

Para o SaaS e DaaS, a companhia não precisa de um estudo aprofundado de suas necessidades, ao passo que para os outros modelos, isso é essencial.

Como um parceiro especializado ajuda

A contratação de uma empresa parceira ajuda bastante na adaptação para a nuvem, especificamente na escolha entre os tipos que realmente vão cooperar com a produtividade e a segurança de cada organização.

Um dos pontos é justamente o levantamento das necessidades da companhia, de uma maneira mais ampla e profunda. O apoio especializado permite enxergar pontos menos claros e identificar os principais problemas que existem, bem como soluções ideais. O que destaca o suporte é justamente a expertise dessas consultorias: eles lidam exclusivamente com isso e conhecem muito bem as falhas comuns e como as opções do mercado as resolvem.

Da mesma forma, a ajuda de uma parceira possibilita o planejamento detalhado da implantação, de acordo com a disponibilidade da contratante. Assim, é possível, por exemplo, migrar os sistemas aos poucos e acompanhar os resultados, a fim de ajustar sempre que necessário.

A consultoria também contribui para a obtenção do melhor em termos de cuidado com a segurança e privacidade, bem como o treinamento e preparação da equipe interna para receber bem a solução nova. Outra questão é a adaptação às regras e políticas de cada fornecedor, o que é gerenciado pela parceira para evitar que haja problemas com a cloud no futuro.

Conforme apresentei neste artigo, a computação em nuvem está em plena revolução e segue crescendo. Sua explosão impulsiona também uma série de tecnologias e inovações que estão protagonizando a transformação digital dos nossos tempos.

Além disso, a cloud também provoca mudanças na economia e na forma como as empresas oferecem serviços. Diante desse cenário, é importante saber o que significam as principais siglas — SaaS, DaaS, PaaS, IaaS e XaaS — e entender como o apoio de uma companhia especializada é essencial.

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