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Cloud computing: a solução ideal para qualquer tipo de empresa

Leonardo Costa

Você já deve ter ouvido falar cloud computing (computação em nuvem), não é mesmo? Um dos termos do momento quando o assunto é TI merece ser abordado com atenção, pois gera muitas dúvidas nas pessoas comuns e até mesmo nos profissionais.

Será que a computação na nuvem pode ser útil às empresas de todos os portes, ou é algo exclusivo para as maiores? Há vários tipos de nuvens, ou há apenas uma? Essas questões, embora possam parecer simples, muitas vezes dificultam para a empresa a obtenção de melhores resultados.

Como a concorrência é grande, o setor de tecnologia deve sempre estar atento às possibilidades para diminuir custos, automatizar tarefas e otimizar os resultados da instituição.

Por isso, neste post, vamos mostrar tudo o que você precisa saber para adotar um bom serviço de cloud computing e escolher as melhores opções. Boa leitura!

O que é Cloud Computing?

Na era da Internet e da Tecnologia, parecia um pouco anacrônico ainda precisar instalar programas em todas as máquinas da empresa. Afinal, será que os serviços não poderiam funcionar pela Internet?

Nesse cenário, a Cloud Computing (computação em nuvem) veio como uma tecnologia que usa tanto a conectividade quanto a escala para fazer com que os vários recursos necessários sejam hospedados na Internet. Nesse sentido, podemos incluir informações, arquivos, programas e até mesmo recursos de infraestrutura.

Com isso, permite-se que os consumidores acessem os serviços ou arquivos a partir de qualquer dispositivo que tenha conexão, como computador, tablet e smartphone. Dessa maneira, as pessoas não precisam mais ligar uma máquina específica para realizar o trabalho que desejam.

Para exemplificar isso, você provavelmente conhece o Google Docs, a plataforma para edição de documentos que funciona online? Com ela, é possível usar as principais ferramentas de um editor, sem precisar instalar programas no computador.

Outros exemplos são a Netflix e o Spotify. Embora também possam funcionar por aplicativos, é possível acessar os serviços diretamente da web.

Em todos os casos, não é necessário fazer download de programas ou instalações — basta fazer o acesso de qualquer lugar que tenha conexão com a Internet e os seus dados estarão salvos.

Como nasceu a Cloud Computing?

O termo Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, surgiu pela primeira vez no final dos anos 90. Apareceu em uma palestra de Ramnath Chellapa, embora o conceito possa ser mais antigo, sendo arremetido a John McCarthy.

Já em 1960, ele previa que a computação poderia ter utilidade pública e funcionaria por tempo compartilhado. A ideia dele é que seria possível que um mesmo computador fosse usado por várias pessoas ao mesmo tempo. Obviamente, com o uso em conjunto dos computadores, seria possível aproveitar melhor os recursos, diminuindo gastos e aumentando a produtividade. E tudo isso é próximo do que temos hoje como Computação em Nuvem.

Mas essa modalidade não existiria se outra inovação não ganhasse espaço e popularidade: a Internet. Com ela, é possível se comunicar em tempo real e até mesmo compartilhar os dados de maneira global.

A história comercial da Cloud Computing começou em 2008. Nessa época, empresas de diversos portes começaram a aderir ao conceito. Em 2013, as empresas já tinham grande aceitação ao modelo, o que permitia que o armazenamento de dados, programas e até mesmo infraestrutura pudesse ser como uma conta de energia elétrica, em que os consumidores pagam apenas pelo que usaram.

Como funciona a Cloud Computing?

Para funcionar, a computação em nuvem usa um servidor remoto para que os dispositivos do consumidor ou usuário sejam conectados aos recursos que estão centralizados nesse local. Ele é capaz de armazenar todas as informações e dados necessários para a execução dos programas ou serviços, permitindo a adição, edição ou exclusão de informações e propriedades em qualquer lugar do mundo.

Nesse sentido, existem 3 tipos de nuvens: a privada, pública e a híbrida. Entender o funcionamento de cada uma delas é fundamental para as empresas que pensam em usar ou criar serviços em nuvens.

Entenda, a seguir, sobre cada uma delas.

Nuvem pública

A nuvem pública conta com recursos computacionais, que podem ser desde servidores até serviços de armazenamento fornecidos por empresas. Nesse caso, qualquer um pode fazer a contratação, de acordo com a disponibilidade e interesse.

Assim, todas as informações enviadas para a nuvem são de responsabilidade do cliente, podendo ser um serviço de backup ou de utilização de aplicativos. O provedor terá apenas a preocupação de fazer com que o servidor tenha a manutenção correta, gerenciando os recursos de forma eficiente e segura.

Nesse sentido, todos os recursos são compartilhados entre os clientes de maneira simultânea, mas separada para que um não tenha acesso aos dados dos demais. Dessa maneira, os recursos disponíveis são padronizados.

As empresas que optam por esse tipo de nuvem, normalmente, pagam um valor mais baixo. Por isso, é indicada para as instituições que desejam ou precisam economizar.

Nuvem privada

Já na nuvem privada, quem mantém toda a infraestrutura é a empresa em seu próprio domínio. Com isso, somente as pessoas autorizadas podem ter acesso aos recursos. Assim, é possível personalizar as diversas funções e ter suporte a todas as necessidades das empresas.

Ou seja, quando a nuvem é criada pensando na instituição, todos os processos serão projetados para atender às demandas do negócio. Por isso, é utilizada por empresas que precisam seguir regras e regulamentos muito específicos, precisando cuidar de maneira definida e otimizada da segurança e da privacidade das informações e dos dados. É o caso de diversas instituições financeiras e órgãos governamentais.

Nuvem híbrida

Por fim, a nuvem híbrida é aquela que une o melhor das duas anteriores, permitindo que os dados e aplicativos sejam compartilhados entre ambas. Dessa maneira, a própria empresa define quais recursos precisam ser trabalhados de forma privada e quais podem estar em uma nuvem pública. As informações são ligadas a partir de tecnologia, permitindo à empresa ter, ao mesmo tempo, economia e segurança.

Quais são os usos da Cloud Computing?

A Cloud Computing (computação em nuvem) pode ser usada para diversos fins. Conheça os principais!

Criar Apps

A partir da Cloud Computing, é possível criar aplicativos e implementá-los rapidamente em qualquer plataforma. Além disso, é possível trabalhar com os requisitos de desempenho, conformidade e segurança da maneira que achar mais apropriada.

Analisar dados

Analisar dados é essencial para todas as empresas que desejam ter mais informações sobre os seus consumidores e conseguir ter um processo de tomada de decisões mais eficiente. Com a Computação em Nuvem, tudo isso pode ser feito de maneira unificada, fazendo com que a análise dos dados aconteça em um único lugar.

Nesse sentido, já há soluções que envolvem Big Data e Data Analysis para que todo o potencial de dados das empresas seja utilizado a favor delas, entendendo o comportamento do consumidor e pensando em formas inteligentes de melhorar os serviços e produtos. Além disso, o processo de decisão fica mais fácil, já que os gestores terão mais informações.

Transmitir áudio e vídeo

O público-alvo pode se conectar com a sua empresa em qualquer dispositivo, da maneira que ele achar mais conveniente. Para ter acesso aos conteúdos, basta que o usuário esteja conectado à Internet — vale lembrar que isso pode ser realizado em escala global.

Pense como o Youtube, a Netflix e o Spotify transmitem dados, às vezes até em tempo real, para os usuários em áudio e vídeo com os seus sistemas em nuvem.

Fornecer software on demand

É possível oferecer sistemas que funcionam sob demanda. Assim, os usuários ou empresas definem quais são os serviços que desejam adquirir e pagam valores mensais ou anuais pelo acesso, garantindo maior personalização. Com a necessidade da empresa, é possível incluir novos módulos que possam atender às demandas.

Lidar com Inteligência Artificial

Trabalhar com modelos que possam entender os seus dados de maneira mais efetiva traz uma série de benefícios para a empresa, tornando-a mais competitiva no mercado. É possível trabalhar até mesmo com informações em áudio e vídeo, além de traduzir conteúdos.

A Inteligência Artificial já pode ser vista em diversos serviços, como em Assistentes Virtuais, no reconhecimento de voz e em análises visuais. Uma forma interessante de usá-la é com o atendimento virtual. A tendência é que o sistema aprenda com o uso, a partir de Machine Learning e Deep Learning, conhecendo melhor como responder em uma próxima oportunidade. Dessa maneira, vários processos podem ser automatizados.

É possível, até mesmo, que o próprio sistema coordene uma empresa ou setor sem a intervenção humana. Interessante, não?

Quais são os tipos de serviços da Cloud Computing?

Há vários tipos de serviços em nuvem. Acompanhe agora como eles funcionam.

Saas

É o serviço mais requisitado em nuvem. Com ele, normalmente, não é necessário instalar programas (embora isso possa ser uma opção), fazer configurações ou adquirir licenças (como era feito anteriormente para usar o Word ou o Photoshop). É possível acessar às versões a partir de informações que constam em nuvem.

Em alguns casos, há versões gratuitas, que contam ou não com recursos limitados. Em outros, o pagamento dependerá do tempo em que você utilizou os serviços. Também há casos em que são pagos valores mensais ou anuais para utilizar a plataforma. Alguns exemplos são as redes sociais como Facebook e LinkedIn.

Paas

Nesse caso, é necessário fazer a contratação de serviços avançados de desenvolvimento. Eles dão poder para que a empresa possa montar e alterar os aplicativos e softwares que possuem em uma plataforma.

Com isso, poderá ter diversas soluções interessantes para o desenvolvimento do negócio, como o gerenciamento de banco de dados, a criação de sistemas e até os serviços de inteligência. Em contrapartida, você ou a sua empresa serão responsáveis por programar cada aplicação que desejar.

Nesse caso, todos os processos relacionados à administração, manutenção e atualização da infraestrutura são de responsabilidade do provedor dos serviços, como Heroku, Google App Engine e Microsoft Azure.

Iaas

O IaaS possui uma forma diferente de atuação, em que os clientes pagam apenas por aquilo que for usado das funcionalidades de infraestrutura. Estão disponíveis routers, servidores e data centers, além de outras ferramentas que possibilitem a transmissão e o armazenamento de informações.

Por isso, os custos têm variação de acordo com os serviços que são utilizados, como servidores e armazenamento. Assim, a empresa consegue trabalhar melhor com a escalabilidade.

Dessa maneira, você pode trabalhar em um momento com muitos servidores e tráfego, e em outro utilizar apenas metade daqueles recursos. Ou seja, é possível aumentar, reduzir e cancelar sempre que for necessário. Alguns exemplos são o Google Compute Engine e o Amazon Web Services.

Serverless

Com o Serverless, o provedor de nuvem é o grande responsável por executar alguns códigos com recursos que são alocados de forma dinâmica. Apenas o que é efetivamente usado para executar o trecho é cobrado.

É comum que a execução seja feita em contêineres que podem ser ativados de várias maneiras, desde requisições HTTP, serviços de filas, alertas e até mesmo com eventos agendados.

O código que o provedor recebe é normalmente escrito em forma de funções, por isso, é comum também ser chamado de FaaS, Functions as a Service, ou Funções como Serviço.

Como funciona a gestão Multinuvem?

Com um sistema Multinuvem, também denominado de Multicloud, há ao menos dois clouds. Ou seja, são utilizados pelo menos dois provedores para que a estrutura de computação seja fornecida, que pode ser tanto pública quanto privada.

O objetivo disso é reduzir os custos e conseguir aumentar a capacidade computacional, sem se esquecer da privacidade das informações e segurança de todos os processos. Quando se usa várias nuvens para aplicativos diferentes, é possível compartilhar a carga de trabalho de maneira efetiva.

Para exemplificar, é possível separar as áreas de desenvolvimento e teste das de produção. Dessa maneira, em caso de problemas e panes, nenhum material será perdido, podendo ser utilizados como backups de dados.

Quais são as vantagens da Cloud Computing?

Ainda quer saber quais são os benefícios que a sua empresa pode ter? Confira, a seguir!

Custo

Para começar, a existência de Cloud Computing diminui os custos com compra de equipamentos de informática, visto que os arquivos podem ficar disponíveis na nuvem em vez de alocados em uma infraestrutura própria.

Além disso, como há necessidade de se trabalhar em segurança de dados, as empresas de todos os tamanhos veem na nuvem a possibilidade de ter segurança nas informações enviadas. Isso já chegou em vários setores da sociedade, aquecendo ainda mais o mercado.

O custo também é diminuído quando a empresa precisa aumentar ou reduzir a necessidade de infraestrutura. Dessa maneira, ela precisará pagar apenas pelo que utilizar, sem a necessidade de comprar mais equipamentos para dar conta de picos.

Escalabilidade

Como você viu, lidar com as diversas cargas de trabalho que uma empresa pode ter ao decorrer do tempo é uma grande vantagem. Isso significa que é possível adicionar ou remover recursos de maneira fácil e autônoma. Assim, a necessidade sempre lida de maneira harmônica com a demanda da instituição.

Ou seja, o negócio pode ser escalado para cima ou para baixo sempre que for necessário. As alterações podem ser feitas em tempo real, sem que isso interfira no fluxo de trabalho da empresa.

Assim, os gestores não precisam interromper o sistema para que as manutenções sejam realizadas (o que acontece, muitas vezes, no final de semana). Dessa maneira, a escalabilidade se torna um grande diferencial quando se compara com outros modelos de tecnologia.

Produtividade

Quem pensa em otimizar os processos vê a Cloud Computing (computação em nuvem) com bons olhos, já que é possível conseguir maior agilidade na execução de todas as etapas.

Imagine como seria difícil fazer mudanças em data centers físicos para aumentar o número de processadores ou memória. O fluxo de informações precisaria ser alocado em outro local para que se conseguisse fazer as modificações na máquina parada.

Com isso, seria necessário gastar com horas extras para os profissionais, além de ter grandes transtornos que poderiam, até mesmo, deixar os sistemas indisponíveis. Com a Computação em Nuvem, a ação pode ser realizada em pouco tempo e com o menor impacto possível. Para melhorar, os esforços dos colaboradores podem ser alocados em outras áreas.

Segurança

No quesito segurança, a Computação em Nuvem também é interessante. Por isso, o ponto deve ser sempre colocado no planejamento. Assim, é possível mostrar para os diretores que um plano de migração pode ser fundamental para o negócio.

Vale lembrar que a falta de segurança pode fazer com que as empresas tenham diversos problemas. Além de manchar a marca, é possível ter que arcar com pagamentos de multas e indenizações, caso os dados sejam sensíveis.

Com a Cloud Computing, os fornecedores cuidarão da segurança da infraestrutura e dos dados, fazendo com que a responsabilidade seja de uma equipe de TI que tenha know-how no assunto e total dedicação.

Dessa maneira, mesmo que eventuais ataques aconteçam e sejam bem-sucedidos, sua empresa sempre terá como atenuante o fato de ter investido na segurança da rede com a melhor estrutura possível.

Velocidade

Na Computação em Nuvem, todos os recursos que você precisará estarão disponíveis. Eles podem ser incorporados rapidamente, dando maior dinamismo às tarefas executadas, sem que seja necessário parar computadores ou deslocar o fluxo para fazer as mudanças.

Além disso, como a infraestrutura a ser usada dependerá de você, não haverá motivos para que os sistemas convivam com gargalos e panes que dificultam tanto o trabalho dos colaboradores quanto a vida de possíveis clientes.

Diminuição de lixo tecnológico

A sociedade enfrenta diversos problemas ao lidar com o lixo tecnológico, uma vez que é tóxico e prejudicial ao meio ambiente. Por isso, as empresas que demonstram lidar melhor com essa situação têm ganhado espaço no mercado.

Com a adoção de nuvem, é necessário contar com menos itens tecnológicos, diminuindo a quantidade de descartes. Mesmo quando a empresa encaminha os itens para organizações especializadas, ainda há resíduo a ser trabalhado. Sendo assim, o melhor é evitar, sempre que possível, o consumo.

Quais são os serviços que usam Cloud Computing?

Atualmente, as grandes startups e os serviços online já funcionam em nuvem. Isso garante que o tempo de resposta exigido dos consumidores para a satisfação seja menor. Por exemplo, imagine que, para ver um simples vídeo no Youtube, fosse necessário instalar um aplicativo? Isso faria com que o consumidor desistisse de baixar o programa pela falta de facilidade.

O mesmo acontece com os sistemas de cursos online, como o Udemy. Os alunos querem comprar um curso e, logo em sequência, começar a ver as aulas, sem a necessidade de esperar que algo chegue pelos correios ou ter que comprar as aulas em bancas de revistas. Os documentos tradicionais estão caindo no esquecimento.

Independentemente do dispositivo que tenha acesso, você quer que as suas informações estejam salvas e disponíveis. Imagine, por exemplo, que você tenha vendido o seu computador e smartphone. Nesse caso, tanto as suas notas do Evernote quanto os arquivos no Google Drive teriam se perdido. Você se sentiria frustrado, não é mesmo?

Por isso, os mais diversos sistemas atualmente guardam as informações em nuvem para permitir que o acesso seja seguro, prático e rápido. Nesse sentido, já existem diversos softwares que inicialmente só tinham versões com programas padrões. Atualmente, você pode usar editores de texto e de planilhas com serviços completamente online.

As ferramentas estão disponíveis para usuários do Google e Office, por exemplo. Se você deseja editar imagens, há também soluções para fazer modificações e até mesmo criações online.

Quais são os principais provedores de Nuvem?

Há diversas empresas que oferecem serviços de nuvem no mercado. Entretanto, procure saber se os recursos que você viu acima, como provisionamento e liberação de capacidade (que devem ser sem a intervenção humana) são oferecidos. Além disso, a locação deve ser realizada em segundos ou poucos minutos.

Alguns exemplos de provedores em nuvem são:

  • AWS;
  • Vivo Open Cloud;
  • Huawei;
  • IBM Cloud.

Agora que você entende os principais aspectos de Cloud Computing, está pronto para planejar a adoção em sua empresa ou mesmo mostrar aos administradores os diversos pontos positivos que a nuvem pode trazer ao seu negócio. Por isso, é interessante fazer uma análise profunda da real necessidade da instituição, apresentando como a nuvem pode ser importante para o atual momento da empresa.

É importante lembrar que, no mercado competitivo, qualquer diferencial pode fazer a diferença. Por isso, uma empresa deve considerar a adoção para conseguir ampliar a sua presença.

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